Mensagem do Reitor

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Bem-vindos. A primeira palavra é de acolhimento a todos os alunos, colaboradores e professores do Seminário Maior do Porto que, com a equipa formadora, faremos uma comunidade educativa que se encaminha para Cristo Sacerdote (cf. PdV 60).

DO DESERTO ONDE NOS ENCONTROU ÀS FONTES DA ALEGRIA ONDE NOS SACIA. É DEUS QUE BUSCAMOS PARA NOS ENCAMINHAR PARA ELE!

Assim, viemos convocados pela Palavra de várias proveniências e culturas. O percurso de cada um é distinto, mas une-nos o mesmo ânimo que alentava dos discípulos de Emaús no encontro com Cristo Ressuscitado. Queremos fazer a experiência de um coração incendiado capaz de levar calor humano e divino a tantos que vivem auto-marginalizados ou que nós mesmos atiramos para as periferias e nos afastamos.

Depois, a oração, o estudo na faculdade e em casa, o conhecimento de várias realidades pastorais, a nossa família, são alicerces que nos deverão manter verticais, perante tantas solicitações inoportunas que importa conhecer por dentro para podermos recusar e oferecer, ao invés, a renovação das mentalidades. Numa carta sobre educação e educadores de 1932, A. Einstein dizia a alguém, que se queria autopromover: A única forma racional de educar é através do exemplo, mesmo que seja através de um exemplo a evitar (Como vejo a ciência…, Relógio D’Água, p.238). Evitando com este estilo, directo, qualquer vaidade vã e auto-pretensão. O seminário é uma casa de formação em ordem à vida sacerdotal no contexto da vida cristã no meio da cultura quotidiana, tão etiquetada hoje em dia que chega a ser banalizada.

Logo, inspira-nos o tema da misericórdia que este ano estamos a viver e que o Papa Francisco convocou, pedindo que todos experimentássemos esse sentimento de proximidade com o outro, meu semelhante. Queremos estar em sintonia com a vida diocesana do Porto, de Vila Real e Coimbra. Queremos manifestar a alegria do nosso sim à convocação da Igreja para aqui no encontrarmos e apresentar a vida da comunidade cristã e o seu rosto materno. Queremos servir e não ser servidos e para isso precisamos de conversão permanente a Cristo Crucificado.

Última palavra: não esquecemos que a nossa padroeira é a Imaculada Conceição e com Maria desejamos ir às fontes da Alegria, como em Caná da Galileia, quando pediu e o evangelista João nos transmite: fazei o que ele vos disser. É a mãe de Jesus que nos educa para fazer o que pede o Filho e nos ensina a fazer como o Filho, e isto faz toda a diferença na hora de desempenharmos uma missão que a Igreja no confiará, acreditando em nós e nas nossas rectas intenções.

Bom ano para todos.

Porto, 6 de Outubro de 2016, dia de São Bruno

Padre José Alfredo | Reitor SMP

 

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